Projetos offshore apresentam limitações que não existem em ambientes terrestres. O acesso é restrito, a logística é lenta, o espaço é limitado e qualquer ajuste exige coordenação precisa entre várias equipes. Executar um teste de carga nessas condições significa lidar com rotas longas, pontos de ancoragem específicos e exigências de segurança que tornam cada etapa mais complexa do que em um data center convencional. Uma operação que precisava acontecer em uma plataforma, com todas as dificuldades inerentes ao ambiente.
A primeira barreira surgiu na própria chegada do equipamento. O banco de carga precisou ser recebido no heliponto o único ponto com acesso viável e, a partir dali, deslocado por caminhos estreitos e técnicos. A passagem de cabos exigiu mais de 150 metros de instalação, atravessando trechos confinados, mudanças de nível e áreas onde a rota não era óbvia. Além da distância, cada metro percorrido precisava respeitar critérios rígidos de segurança e ancoragem, típicos de operações offshore.
O teste exigia operação em 690 V, uma tensão pouco comum. Sem compatibilidade elétrica, o teste simplesmente não aconteceria. O cenário exigia uma solução técnica imediata e confiável, sem espaço para improviso.
Nossa resposta envolveu buscar, validar e entregar um transformador rebaixador compatível com 690 V em tempo recorde, garantindo estabilidade e segurança para o teste. Com o equipamento adequado e a rota de cabos estabelecida, a operação pôde avançar sem interrupções, mesmo dentro das restrições de logística, espaço e infraestrutura próprias do ambiente offshore.
O teste foi concluído com sucesso, mantendo continuidade e cumprindo os critérios técnicos necessários.
